Planos diferentes, metas semelhantes: a classificação dos brasileiros para o Parapan

10/01/2019 16:07

No grupo de 34 classificados para Lima 2019 há de tudo um pouco, mas uma só ambição: conquistas de medalhas nos Jogos

 

FOTO: Aline Ferreira vibrou com a vaga no Parapan. Crédito: Daniel Zappe/CPB/MPIX.

 

São Paulo (SP), 10 de janeiro de 2019.

Por: Assessoria de Comunicação – CBTM

 

Dezembro marcou a vida de diversos atletas do tênis de mesa paralímpico. Após a Seletiva realizada em São Paulo (SP), o grupo de classificados para os Jogos Parapan-Americanos foi fechado com 34 nomes. Um grupo bastante heterogêneo, principalmente na forma como cada um recebeu a classificação e quanto aos planos.

Joyce Quinzote já é uma veterana na disputa. Com a ausência de suas adversárias na classe 4, teve o caminho facilitado na confirmação da vaga. Seus planos e objetivos são bem claros: a medalha de ouro em Lima será quase uma obrigação para ela.

“Não tem outro objetivo. Quero garantir a vaga para Tóquio e me preparar intensamente para buscar uma medalha paralímpica. E sinto que isso está próximo. Desta vez, estou mentalmente muito mais forte e tenho condições de brigar com as melhores do mundo na minha classe”, avisa, sem medo de suas ambições.

Estreante em Parapans, Aline Ferreira é o retrato da felicidade. Ela garantiu a vaga na classe 6-7 e estampou um largo sorriso depois da classificação assegurada. Mas sua caminhada não foi fácil.

“Lutei muito para chegar. A Juliana Silva (classe 2) me ajudou muito, me motivou a disputar as competições internacionais. Tive de vender rifa, pedir ajuda. Em minhas dúvidas, antes do esporte, consultei minha avó. Ela me deu minha primeira raquete e ordenou que eu fosse atrás de meus sonhos. Ela acreditava mais em mim do que eu mesma. Hoje compreendo tudo e tenho a certeza: não troco o meu par de tênis por um salto alto”, brinca a atleta, que fez questão de lembrar da ajuda de Felipe Arakaki, Sueli Morita, Teddy, Edna e Aguinaldo Garcez, além de sua família.

Carlos Carbinatti é um outro exemplo de expectativas diferenciadas. Experiente em competições internacionais, ele disputou vaga na classe 10 masculina com Diego Moreira, atleta da Seleção permanente. Venceu e obrigou o adversário a ter que buscar a segunda vaga da classe no Parapan. O desempenho surpreendeu inclusive o próprio Carbinatti.

“Nos últimos meses, minha prioridade passou a ser minha formação, no curso de Farmácia, da Unip. Nem criei muita expectativa, mas consegui a vaga, sinal de que não estou tão mal assim. Agora vamos pensar bem e traçar uma meta para a disputa do Parapan”, diz Carbinatti, que se mostra muito animado com os estudos e as possibilidades apresentadas em sua futura atividade.

 

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