Giulia Takahashi realiza testes no Laboratório do CT Time Brasil, no Parque Olímpico do Rio

05/07/2019 17:13

Trabalho de mapeamento faz parte do projeto especial de acompanhamento da atleta, iniciado no primeiro semestre

 

Rio de Janeiro (RJ), 05 de julho de 2019.

Por: Assessoria de Comunicação – CBTM

A atleta Giulia Takahashi, do Santa Maria/São Caetano/Xiom/Ateme/Cooper e da Seleção Brasileira, realizou testes, na manhã desta sexta-feira (05), no Laboratório do CT Time Brasil, localizado no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro (RJ). O trabalho de mapeamento da atleta faz parte de um projeto de acompanhamento e investimento conjunto da CBTM e do Comitê Olímpico do Brasil (COB), visando o aproveitamento máximo do seu potencial, com foco em medalhas olímpicas.

Giulia passou por avaliação médica (exame clínico e ECG em repouso), avaliação da composição corporal (antropometria), avaliação da taxa metabólica em repouso (TMB), avaliação fisioterápica, avaliação funcional (FMS e Y test), avaliação de preparação mental, avaliação cardiopulmonar máxima (esteira) e avaliação biomecânica (SJ e CMJ).

O laboratório olímpico do CT Time Brasil conta com equipamentos de ponta e profissionais de diversas áreas, como Análise de Desempenho, Biomecânica, Bioquímica, Coaching, Fisiologia, Fisioterapia, Gestão do Conhecimento, Medicina do Exercício e do Esporte, Nutrição, Preparação Física, Preparação Mental e Tecnologia Esportiva.

Em demonstração realizada no mês de fevereiro, no CT Time Brasil, o diretor de Esportes do COB, Jorge Bichara, explicou sobre a importância deste trabalho para os atletas de alto rendimento.

“É um serviço que está disponível para todas as confederações. Queremos aumentar cada vez mais o número de atletas que utilizem estes equipamentos, com o objetivo de prevenir lesões, pois todos atuam no limite físico e técnico. Por exemplo, um atleta que tenha um certo desequilíbrio em alguma parte do corpo, terá esse problema detectado com os exames e seu treinamento será adaptado, evitando que ele possa se lesionar durante uma competição importante”, destacou.

 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) - Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal - Ministério do Esporte.
                                                         

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