Bruna Takahashi e Vitor Ishiy falam das conquistas e dificuldades encontradas nos Jogos Sul-Americanos

11/06/2018 15:39

Com sete medalhas de ouro, dupla destaca os vários fatores desfavoráveis superados pela equipe brasileira

Crédito da Foto: Odesur

 

Rio de Janeiro (RJ), 11 de junho de 2018.

Por: Assessoria de Comunicação - CBTM

Os jovens talentos do tênis de mesa brasileiro brilharam em Cochabamba, na Bolívia, durante os Jogos Sul-Americanos. Bruna Takahashi, perto de completar 18 anos, e Vitor Ishiy, com 22, foram os dois grandes destaques da equipe, que conquistou quase todas as medalhas de ouro do torneio (o Brasil só perdeu em duplas masculinas). Mas engana-se quem acha que essa dupla encontrou facilidade na competição.

Bruna é a melhor colocada entre as brasileiras no ranking da ITTF (83º lugar na listagem de junho) e vai assegurando seu lugar entre as melhores do tênis de mesa no mundo. Na última edição dos Jogos Sul-Americanos, em Cochabamba, na Bolívia, ela conquistou quatro medalhas de ouro, mesmo contra fatores desfavoráveis (a altitude de 2.570 metros acima do nível do mar e uma leve contratura na coxa esquerda). Se superou e obteve sucesso na competição.

“Foi uma conquista muito grande pelas adversidades que passei. Altitude, outro tipo de bola. Enfim, me sinto muito feliz em ter dado o meu melhor e ter ganho”, ressalta.

Ela não destaca um único momento na competição. Segundo Bruna, todos tiveram importância ao longo do torneio:

“Não importa se é no individual, se é dupla ou equipe. Estou lá para aproveitar ao máximo e ganhar”, comenta, satisfeita.

Ishiy foi outro que brilhou, trazendo três ouros, um deles, de duplas mistas, em parceria com Bruna. Estreante na competição, ele fez questão de lembrar as dificuldades encontradas na Bolívia.

“Para mim é uma alegria muito grande trazer esses três ouros e um bronze na minha primeira disputa de Jogos Sul-Americanos. Foi um sonho realizado de representar bem o Brasil. Tudo na competição foi difícil, do começo ao fim. No momento em que perdemos pra Venezuela na fase de grupos, eu sabia que seria muito difícil se adaptar às condições de jogo (altitude e bola), mas também sabia que a única opção era lutar por cada ponto até o final, e foi o que tentei fazer”, lembra o campeão.

Bruna Takahashi destacou a superação da equipe e lembra, agradecida, do apoio do técnico Hugo Hoyama:

“Tivemos um pouco de dificuldade com a respiração, em virtude da altitude. Mas tiramos um extra e acabamos tendo bons resultados. E sempre nos apoiando umas nas outras (Jéssica Yamada e Lin Gui, também integrantes da equipe brasileira). Isso foi muito importante. O Hugo nos ajudou bastante, sempre dando força. Trabalhamos juntos todo o tempo”, finaliza, agradecida.

 

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