Amapaenses comemoram primeiros frutos do trabalho desenvolvido no tênis de mesa

28/08/2018 19:30

Projeto desenvolvido pela Federação local e por técnico cubano colocou três nomes na última Detecção Nacional de Talentos Olímpica

FOTO: Lincon Yasuda, Lígia Silva e Jorge Fanck ao lado do técnico Pavel Oxamendi e dos três amapaenses na Detecção de Talentos. Crédito: Arquivo Pessoal.

 

Macapá (AP), 28 de agosto de 2018.

Claudia Mendes

O Amapá é um dos estados menos populosos do Brasil, com pouco menos de 800 mil habitantes. Para se ter uma ideia, o bairro de Campo Grande, na cidade do Rio de Janeiro, tem quase 340 mil. Mas um trabalho sério de base, desenvolvido pela Federação local junto com órgãos governamentais e apoiado pela Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) e Federação Cubana de Tênis de Mesa, vem superando a distância dos grandes centros e a pouca oferta para se descobrir novos talentos no tênis de mesa.

Na capital Macapá, distante 2.666 quilômetros de São Paulo, o projeto do Centro de Treinamento de Alto Rendimento vai revelando craques. Um deles, Arthur Almeida, já faz parte do Diamantes do Futuro. Três outros – Alice Almeida, Ayumi Yonekura e Yan Yonekura – estiveram presentes na última Detecção Nacional de Talentos, no final de julho, em Piracicaba (SP). Yan Yonekura, por sinal, recebeu elogios da comissão técnica da CBTM.

O projeto, que tem como grande incentivador o presidente da Federação Amapaense, Alan Marcus Cardoso, é comandado pelo cubano Pavel Oxamendi. O técnico trabalhou por 16 anos na seleção cubana, com experiência em campeonatos como os Jogos Centro-Americanos e do Caribe, Jogos Pan-Americanos, Campeonatos Latino-Americanos e ligas europeias.

“Em Cuba, realizei por dois anos um trabalho com categorias mais jovens e esta  foi uma experiência muito boa para minha carreira como técnico. Tive a oportunidade de vir para o Amapá em outubro de 2015 e idealizei uma proposta séria de alto rendimento, com projeções futuras. Nosso trabalho é baseado em uma disciplina diária, isso é muito importante”, detalha Oxamendi.

Ao todo, o Centro de Alto Rendimento conta com 36 mesa-tenistas, que o técnico considera em bom nível, além de outros treinadores e membros da comissão técnica permanente. “Vamos seguir trabalhando, unidos, que é a única forma de chegarmos longe e conseguirmos um bom resultado”, ressalta o cubano.

 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) - Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal - Ministério do Esporte.
 

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