Árbitras celebram qualidade brasileira no cenário internacional do tênis de mesa

07/12/2018 20:39

Maria Ferrer e Leonor Demario estiveram no Mundial Paralímpico, na Eslovênia, representando o Brasil na arbitragem

FOTO: Equipe de arbitragem brasileira no 52º Campeonato Brasileiro de Tênis de Mesa. Crédito: Christian Martinez/RGB Studios.

 

Rio de Janeiro (RJ), 7 de dezembro de 2018.

Por: Assessoria de Comunicação - CBTM

Acostumados a ajudar na coordenação, para que o jogo seja fluido e justo, os árbitros no tênis de mesa costumam ser agentes neutros se comparados ao estrelato dos atletas. Seu papel, porém, é crucial para que os mesa-tenistas brilhem nas competições que disputam. Se depender da comissão de arbitragem brasileira, pelo menos, os jogos têm tudo para correr bem: as árbitras Maria Ferrer e Leonor Demario estiveram presentes em mais uma competição internacional representando o Brasil, e comprovam a qualidade da equipe de seu país.

Maria e Leonor arbitraram no Mundial Paralímpico na Eslovênia, que ocorreu do dia 15 ao dia 21 de outubro na cidade de Celje. A segunda, feliz por mais uma competição internacional em seu currículo, comentou a importância de representar seu país no quadro de arbitragem da competição: “A experiência neste Mundial Paralímpico foi valiosa pela chance de poder participar e aprender, sempre conversando com árbitros igualmente capacitados, igualmente qualificados. É a oportunidade que a gente tem de manter-se atualizada, de manter a arbitragem brasileira em um patamar internacional”.

A presença das duas árbitras em mais uma competição internacional reafirma a qualidade do quadro de arbitragem do Brasil. Em constante crescimento e qualificação, ano a ano são formados novos profissionais para a atividade. “Na Paralimpíada conseguimos 16 novos árbitros internacionais, e esse ano também passaram mais. Estamos, mesmo, crescendo na nossa arbitragem. O Brasil está muito bem em termos internacionais porque a gente sabe da seriedade que temos na nossa coordenadoria, levamos muito a sério”, contou Maria Ferrer, companheira de Leonor de outros Mundiais, valorizando o avanço de sua classe no país.

O intercâmbio entre os árbitros e o gosto pelo ofício são os principais fatores que corroboram para essa qualidade e o gradativo crescimento ao longo dos anos. “É o que eu gosto de fazer, estar lá no meio do barulho, arbitrando, entrando no jogo com eles, tomando conta de toda a situação, é o que nós gostamos de fazer”, explicou Maria. Leonor acrescentou: “Gosto de destacar que quando a gente volta ao Brasil, pode disseminar esse conhecimento, essa informação recebida aqui, e pode continuar caminhando dentro dessa excelência que a CBTM sempre busca na realização dos seus eventos. A formação da arbitragem sempre foi uma preocupação, e a gente fica muito feliz em poder contribuir para isso, manter o Brasil sempre visto no cenário internacional com grande participação, especialmente na arbitragem”.

 

A Confederação Brasileira de Tênis de Mesa conta com recursos da Lei Agnelo/Piva (Comitê Olímpico do Brasil e Comitê Paralímpico Brasileiro) - Lei de Incentivo Fiscal e Governo Federal - Ministério do Esporte.
 

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